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Aquários - Condições Gerais - Multiflora Fernandopolis

15:25 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis

Fatores que modificam a qualidade da água:
Variações físicas, químicas e biológicas
A água contida em qualquer aquário está sujeita a uma série de variações, que podem ser de natureza física, química ou biológica. A principal variação física da água de aquários é a temperatura, que deve respeitar as faixas de preferência das espécies, normalmente compreendida entre 25 e 28 ºC. A manutenção da temperatura nesta faixa também colabora para a manutenção razoável de outras variáveis, como a concentração de oxigênio. Muitas são as variações químicas que acontecem na água do aquário. Várias delas têm importância significativa na boa manutenção do aquário e podem ser facilmente monitoradas com testes. As principais variações químicas verificadas no aquário são de pH e dureza da água, além da concentração de compostos nitrogenados e de gases como oxigênio e gás carbônico. O acompanhamento destas variáveis relacionadas à qualidade da água torna-se também de fundamental importância em lagos de jardim e em aquaterrários. Estes dois ambientes costumam apresentar acúmulo de matéria orgânica ainda maior que em aquários e, em consequência disto, possíveis níveis altos de compostos nitrogenados e queda nos níveis de oxigênio e pH. A presença de inúmeros microorganismos, como as bactérias responsáveis pela decomposição da matéria orgânica acumulada nos filtros, é responsável pelas variações biológicas ocorridas dentro do aquário. A concentração de compostos como amônia e nitrito está diretamente relacionada com estas variações biológicas.
Qualidade e condições do alimento
A qualidade do alimento fornecido é de suma importância, não só para a adequada nutrição dos peixes, mas também na manutenção da qualidade da água. O uso de rações de baixa qualidade faz com que os peixes possam adoecer por desnutrição ou pela consequente queda na qualidade da água. Isto ocorre em função da necessidade de se tentar compensar a baixa qualidade fornecendo ração em excesso, o que ocasiona maior sobra de alimento. Além disso a digestão destes alimentos de má qualidade não ocorre adequadamente, gerando excesso de dejetos eliminados pelos peixes. Ao manusear as rações deve-se ter bastante cuidado, principalmente para não molhá-la, a fim de não diminuir sua vida útil. Observe periodicamente o aspecto e o cheiro das rações em uso no aquário e rejeite aquela que apresentar características diferentes das originais. É também imprescindível acompanhar e respeitar os prazos de validade impressos nas embalagens das rações.
Empresas especializadas oferecem uma grande variedade de rações balanceadas e alimentos desidratados criteriosamente formulados e preparados, capazes de suprir as necessidades nutricionais do grande número de espécies de peixes ornamentais mantidos em aquários.
População de peixes e plantas
O tamanho do aquário irá limitar a quantidade e tamanho dos peixes que irão habitá-lo. O excesso de peixes no aquário resulta em acúmulo excessivo de matéria orgânica junto ao substrato de fundo. Esta matéria orgânica excessiva, proveniente dos dejetos dos peixes, gera níveis altos dos compostos nitrogenados amônia e nitrito, substâncias tóxicas aos peixes.
Mesmo em aquários bem equilibrados, uma quantidade exagerada de plantas também contribui para o acúmulo excessivo de matéria orgânica, em função da deposição de folhas e outras partes mortas, ocasionando o mesmo problema descrito para população excessiva de peixes.
Uso de materiais capazes de alterar o pH da água
Durante a fase de montagem do aquário, faz-se necessária muita atenção com a composição dos materiais decorativos, principalmente pedras e cascalho de fundo. Deve ser utilizado como substrato de fundo um areão de rio com granulometria média (entre 3 e 5 mm). Deve-se evitar materiais de formação calcária, como mármores, pois promovem alterações significativas de pH, deixando a água bastante alcalina. O mesmo cuidado vale para algumas peças decorativas.
Mesmo que sejam feitas verificações e correções periódicas do pH da água do aquário, estes cuidados continuam valendo, pois oscilações constantes do pH são prejudiciais aos peixes.
Influência da temperatura sobre algumas situações do aquarismo
1) Temperatura x Ictio:
A Ictiofitiríase, mais conhecida como Ictio ou Doença dos Pontos Brancos, é uma parasitose muito comum em aquários de água doce. A doença é causada por um protozoário chamado Ichthyophthirius multifiliis, o qual se fixa na pele, nadadeiras e brânquias dos peixes formando pequenos pontos brancos e provocando prurido e irritação.
Este ectoparasita apresenta um ciclo evolutivo onde os indivíduos alojados sob a epiderme do peixe (trofozoítos) evoluem até alcançar a maturidade. Posteriormente abandonam o corpo do peixe para se alojar no fundo e/ou se fixar nos objetos do aquário e assim iniciar um processo de reprodução através de várias divisões. Um indivíduo maduro gera milhares de novos indivíduos (tomitos), os quais evoluem para uma forma livre nadante (terontes), forma infestante da doença. Todos os medicamentos destinados ao combate deste ectoparasita somente conseguem eliminá-lo quando este encontra-se na fase livre nadante, ou seja, na fase de teronte. Portanto, para se erradicar esta parasitose do aquário é preciso que o medicamento esteja ativo durante todo o ciclo de vida do parasita, para combatê-lo quando este estiver na fase de teronte. Um detalhe importante é que a velocidade deste ciclo é extremamente influenciada pela temperatura. Enquanto um ciclo de vida se completa em 35 dias a 10 0C, este mesmo ciclo terá duração de 2 dias se a água for mantida a 27 0C. Quando a água atinge 32 0C a reprodução do parasita é prejudicada. Aqui está então um recurso de manejo aplicável durante o tratamento da ictiofitiríase. A elevação da temperatura para a faixa compreendida entre 30 e 32 0C, aumenta a eficiência dos medicamentos levando ao desaparecimento dos sintomas de forma mais rápida.
2) Temperatura x teor de oxigênio:
Grande parte do oxigênio disponível na água do aquário é fornecida pelo oxigenador. Somente uma pequena parcela é fornecida pela atmosfera em contato com a água e por plantas aquáticas, através da fotossíntese. Temperatura, salinidade e altitude influenciam na capacidade da água em reter este oxigênio. Entre estas três variáveis a mais importante, e que deve ser acompanhada, é a temperatura. Para uma temperatura de 15 0C a quantidade máxima de retenção de O2 (saturação) gira em torno de 10 ppm (ou 10 mg/l), enquanto a 30 0C este valor cai para 7,5 ppm. Outro fato a se considerar é que por serem os peixes animais de sangue frio, a temperatura de seus corpos aumenta com o aumento da temperatura ambiente, aumentando também a atividade metabólica e resultando em maior consumo de oxigênio. Portanto, o aumento da temperatura da água, além de diminuir a capacidade de retenção de oxigênio, leva a um maior consumo pelos peixes. No entanto, desde que você mantenha um teor mínimo de 5 ppm de oxigênio, você dificilmente terá problemas com os peixes, considerando, é claro, uma temperatura não superior a 32 0C e uma densidade populacional adequada. Você conhece agora uma concentração mínima de oxigênio a ser praticada, capaz de garantir um suprimento adequado para seus peixes, que poderá ser melhor monitorada com o acompanhamento da temperatura. Mas esta concentração mínima de oxigênio seria também a melhor situação para o seu aquário? Outros organismos do aquário também necessitam de oxigênio. São os microrganismos responsáveis pela degradação da matéria orgânica, as nitrobactérias. Estas bactérias, que se desenvolvem no filtro biológico, necessitam do oxigênio para, através de reações de oxidação, baixar a toxicidade dos compostos nitrogenados gerados no aquário. Este sistema de filtragem atinge sua capacidade máxima em concentrações de oxigênio próximas ao ponto de saturação, ou seja superior a 5 ppm (considerando-se a temperatura da água).
Portanto, como os prejuízos devido a falta de oxigênio não acontecem tão rápido para o sistema de filtragem quanto para a saúde dos peixes, uma vez que você tenha alcançado um teor de 5 ppm de O2, você já estará garantindo uma condição ambiental adequada para o seu aquário. Posteriormente, teores superiores a este, a médio prazo, favorecerão o estabelecimento de um sistema de filtragem estável e eficiente com consequente melhoria da qualidade da água. Na Multiflora Fernandopolis, você encontra sistemas de filtragem para aquários, peixes ornamentais e demais acessórios, acesse multifloranet.com.br

Aquários - Multiflora Fernandopolis

13:11 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis


AQUÁRIOS
O aquário é um local onde se exibem peixes, corais, plantas e outras espécies aquáticas contendo água doce ou salgada. Conforme a forma e tamanho do aquário os peixes vivem como se estivessem em seu ambiente natural. É necessário, portanto, uma série de cuidados importantes. Deve-se sempre usar água limpa e tomar cuidado para que exista boa ventilação e oxigênio. O oxigênio começa a faltar quando os peixes sobem à superfície e começam a respirar muito pela boca. Mantenha sempre a água em contato com o ar, para que este seja sempre renovado. Não tampe totalmente o aquário. Quando não há renovação de água limpa, esta tende a turvar-se e criar um bolor verde. Outro item muito importante para se manter um aquário sempre bonito e saudável é a alimentação dos peixes. É aconselhável adquirir alimentos granulados e de boa qualidade. A Multiflora Fernandopolis possui uma seleção de aquários de vários tamanhos e modelos, com todos os acessórios necessários para compo-los, inclusive com venda de peixes de várias espécies, cores e tamanhos. Com parceria com a Equipapet de São José do Rio Preto oferece as melhores seleções de peixes.

Variáveis a serem analizadas e controladas: pH
O valor de pH indica o grau de acidez ou alcalinidade da água e sua variação atua sobre o metabolismo e processos fisiológicos dos peixes. O pH é quantificado em uma escala numérica que vai do 0 ao 14. Valores abaixo de 7,0 indicam pH ácido e valores maiores que 7,0 indicam água alcalina. Quando há um equilíbrio entre as substâncias ácidas e alcalinas tem-se pH neutro (7,0). A exigência dos peixes por determinado pH varia bastante, especialmente em função do local de procedência da espécie. A maioria das espécies de peixe adapta-se bem a uma água com pH próximo do neutro, entre 6,8 e 7,2. Esta faixa deve ser mantida em aquários comunitários, com peixes de diferentes preferências. Deve-se verificar o pH pelo menos uma vez por semana, com de um teste de ph vendido em lojas de aquarismo e, em caso de necessidade, fazer as correções com a aplicação de acidificante (quando a água estiver com pH acima do desejado) ou de alcalinizante (quando a água estiver com pH abaixo do desejado). Em aquários recém montados ou no qual tenha sido feita procedido troca parcial de água, o monitoramento do pH deve ser inicialmente diário, diminuindo a frequência gradativamente até chegar na verificação semanal. Qualquer correção de pH deve ser feita de forma gradativa. Uma mudança brusca pode ocasionar um choque químico e causar sérios problemas aos peixes. Deve-se diluir bem os corretivos antes de fazer a aplicação no aquário.
Amônia e Nitrito
A matéria orgânica acumulada no aquário, resultante de restos de comida, dejetos dos peixes e plantas mortas, começa a ser decomposta por ação de bactérias e fungos presentes no filtro, formando a amônia (NH3 / NH4+), composto tóxico para os peixes. A decomposição continua, onde a amônia, por ação das bactérias do gênero Nitrosomonas, é oxidada a nitrito (NO2-), também tóxico. Seguindo o ciclo, as bactérias do gênero Nitrobacter oxidam o nitrito a nitrato (NO3), relativamente bem menos tóxico que seus precursores e que é utilizado como nutriente por algas e plantas, fechando o ciclo. O problema é que em muitos casos não se consegue um perfeito equilíbrio biológico no aquário, resultando em teores elevados destes compostos tóxicos aos peixes. Níveis elevados de amônia causam estresse aos peixes, além de danos nas guelras, destruição das nadadeiras, aumento da susceptibilidade a doenças e até a morte. O nitrito age sobre a respiração, podendo matar o peixe por asfixia.
Para monitorar e corrigir a concentração destes compostos existem também testes e produtos para auxiliá-lo. Em aquários em que os peixes estejam apresentando problemas de doenças ou mortalidade, a frequência dos testes deve ser aumentada. Quando teores elevados forem detectados, deve-se verificar a eficiência da filtragem e eventualmente promover sifonagens e trocas parciais de água. Também é preciso avaliar a possibilidade de excesso de alimentação ou população de peixes acima da recomendada. Níveis elevados de nitrito não significam, necessariamente, níveis elevados de seu precursor amônia. Daí a necessidade do monitoramento das duas variáveis.
Oxigênio Dissolvido
Além da importância vital do oxigênio dissolvido na água do aquário, para a respiração e consequente sobrevivência dos peixes, este gás exerce outra função fundamental no equilíbrio do aquário, que é permitir a ação das bactérias aeróbicas responsáveis pela decomposição da matéria orgânica e funcionamento do ciclo do nitrogênio. O monitoramento do teor de oxigênio dissolvido é fundamental para se evitar surpresas desagradáveis. Mesmo em aquários equipados com oxigenadores, podem ocorrer níveis abaixo do recomendado, principalmente em aquários com filtragem insuficiente, com excesso de peixes ou que estejam muito tempo sem uma limpeza total ou sifonagem de fundo. A verificação dos níveis de oxigênio podem ser feita através de testes também. Em aquários bem equilibrados o teste deve ser realizado semanalmente para monitorar uma possível tendência de queda dos níveis deste gás. Já em aquários pré-dispostos a níveis baixos, como os citados anteriormente, o acompanhamento deve ser mais frequente, conforme o comportamento dos peixes. Quando forem detectados níveis baixos de oxigênio dissolvido, deve-se verificar a eficiência da filtragem e oxigenação e eventualmente realizar sifonagem de fundo com troca parcial de água. Em casos extremos, quando os peixes já estiverem abocanhando ar na superfície da água, uma troca emergencial de água deve ser realizada.
Dureza Total e Dureza em Carbonatos
A Dureza Total da água (GH) é determinada pela concentração de diversos sais, principalmente sais de cálcio e magnésio. Quanto maior a concentração destes sais diz-se que a água é mais "dura". Uma concentração baixa indica uma água menos "dura" ou mais "branda". A dureza da água influencia uma série de funções orgânicas dos peixes e é determinada com o uso de testes também. Apesar de normalmente flexíveis quanto aos valores de dureza da água, algumas espécies apresentam certa exigência, principalmente para determinadas funções, como a reprodução. O teste de dureza total deve ser feito sempre na montagem ou quando for realizada troca de água do aquário. Durante a manutenção pode ser realizado a cada duas semanas. A maioria dos peixes ornamentais preferem água dita branda. Quando valores dos testes indicarem água com dureza muito distante do valor desejado, pode-se trocar parte dela por outra água com inverso valor de dureza. A Dureza em Carbonatos (KH) indica a concentração de carbonatos e bicarbonatos de cálcio e magnésio dissolvidos na água. Esta variável está intimamente relacionada ao pH, pois indica a capacidade tampão da água, ou seja, a maior ou menor resistência em alterar o pH. Para determinar a dureza em carbonatos, usa-se um teste específico. A frequência de realização dos testes pode ser a mesma indicada para a dureza total. Em aquários com tendência em alterar muito o pH, o monitoramento deve ser mais frequente. A avaliação da dureza em carbonatos também adquire importância para determinação da concentração de gás carbônico (CO2) na água do aquário. A concentração de CO2 é obtida cruzando na tabela valores de pH e KH. A avaliação da concentração de CO2 é importante principalmente em aquários onde se busca um bom desenvolvimento de plantas, já que as plantas utilizam o CO2 como principal fonte de carbono para seu desenvolvimento. Esta variável também irá indicar uma possível tendência em desenvolvimento exagerado de algas no aquário.
Alguns cuidados importantes para a manutenção da qualidade da água
Evitar excesso de alimento
O excesso de alimento é uma das principais causas relacionadas a problemas de alteração da qualidade da água. A quantidade de ração a ser fornecida varia com o tamanho e quantidade de peixes e deve sempre obedecer a seguinte regra: A cada vez que os peixes forem alimentados, fornecer uma quantidade que seja totalmente consumida em, no máximo, 5 minutos. Em caso de viagem não deve-se fornecer uma quantidade maior de alimento, com o intuito de sobrar para outros dias. Esta prática é totalmente desaconselhada, pois apenas algumas horas após o fornecimento, os peixes não mais aceitarão aquela ração, que irá sobrar e causar os vários problemas já citados. Para o período de ausência deve-se utilizar pastilhas alimentadoras que liberam ração lentamente, a medida que se dissolvem. Além de alimento granulado, alguns alimentadores contém sulfato de cálcio, que ajuda na estabilização da água, principalmente no que diz respeito a níveis de pH.
Evitar super povoamento
A população de peixes deve seguir a proporção aproximada de 1 litro de água para cada centímetro de peixe. Desta forma serão evitados os problemas já descritos de excesso de matéria orgânica e consequentes taxas elevadas de amônia e nitrito.
Não mexer excessivamente no aquário
Mesmo sabendo da necessidade de, vez por outra, ter que mexer no aquário para realizar tarefas como limpeza interna dos vidros, sifonagem de fundo e manutenção de plantas, deve-se sempre evitar mexer desnecessariamente ou muito frequentemente no aquário. Desta forma evita-se, além do estresse dos peixes, alteração no funcionamento do filtro biológico e consequentes problemas com a qualidade da água.
Realizar sifonagens de fundo e trocas parciais de água
Como o filtro de placas ou biológico utiliza o próprio substrato de fundo como elemento filtrante, sua manutenção consiste na sifonagem de fundo, realizada com sifão simples de tubo e mangueira. O objetivo é retirar o excesso de matéria orgânica acumulada entre o substrato. A frequência desta sifonagem e consequente troca parcial de água depende das condições particulares de cada aquário, mas podemos citar o intervalo de duas semanas como recomendação geral. Cerca de 20 % da água do aquário deve ser trocada a cada sifonagem, adotando-se com a água a ser adicionada os cuidados relacionados ao cloro presente na água da torneira. Deve-se também respeitar os valores de temperatura e pH da água restante no aquário. Para os outros tipos de filtro é necessária a limpeza e/ou troca dos elementos filtrantes na frequência recomendada pelos fabricantes ou conforme as condições de cada aquário.
Não usar peças decorativas que possam alterar a qualidade da água
Durante a montagem e decoração de aquários de água doce, deve-se resistir à beleza de muitas peças decorativas, como pedras tipo cristal e conchas ou corais marinhos. Apesar de enfeitarem o aquário, podem alterar muito a qualidade da água, principalmente o pH. Caso se queira, de todo modo, usar este tipo de material na decoração, deve-se testar sua capacidade em alterar o pH da água antes de introduzi-los definitivamente no aquário.
Prevenir problemas em aquaterrários
Os aquaterrários, normalmente usados para manutenção de pequenas tartarugas aquáticas, apresentam uma pré disposição em alterar as variáveis de qualidade da água, em função do elevado metabolismo destes animais. Deve-se frequentemente, além de monitorar as variáveis, usar condicionadores de água e um suplemento mineral e vitamínico para tartarugas aquáticas. Em forma de pastilha que se dissolve lentamente na água, este produto, além de fonte de minerais e vitaminas, age contra a forte tendência de acidificação destas águas, e inibi o aumento excessivo dos níveis de amônia e nitrito.





A importância da qualidade da água
Durante a aquisição e montagem do aquário, o cuidado em bem equipá-lo é fundamental, para que se possa dar boas condições de vida aos seus futuros habitantes. De todo modo, por melhores que sejam os equipamentos usados na filtragem da água, devemos lembrar que o aquário é um ambiente bastante restrito quando comparado a ambientes naturais e sua capacidade de reciclagem. Portanto o monitoramento das variáveis relacionadas à qualidade da água é a chave do sucesso na manutenção saudável dos peixes ornamentais. Ao montar um aquário, assume-se a responsabilidade não só de alimentar os peixes, mas de propiciar condições para que eles vivam saudavelmente. No entanto gasta-se, muitas vezes, quantias consideráveis na aquisição do aquário e reluta-se bastante em gastar pequenas quantias em kits de monitoramento da qualidade da água. Esta "economia" acaba tendo um efeito inverso, pois a queda na qualidade da água pode levar ao estresse dos peixes e consequentes doenças, com necessidade de tratamentos com uso de medicamentos. A reposição futura de peixes perdidos por estes descuidos também onera a manutenção do aquário. Um simples teste realizado na hora certa pode prevenir desde um simples problema até uma verdadeira catástrofe no aquário. A importância dos cuidados para a manutenção da água do aquário em boas condições deve ser muito bem avaliada para que se evite, além de gastos desnecessários, o desânimo com o hobby escolhido para propiciar alegria e satisfação.

Que água usar no aquário
A preocupação com a qualidade da água começa já na hora da montagem ou troca de água do aquário. Nesta hora é comum o aquarista perguntar: Que água devo usar no aquário? Esta dúvida é compreensível, pois muitas vezes tem-se ao alcance diferentes fontes de água, cada uma delas com alguma característica positiva. Pelo fato da água de abastecimento doméstico ser tratada com cloro, que é uma substância tóxica para os peixes, tende-se muitas vezes a procurar substituí-la por outras fontes alternativas, como água de poço, água mineral ou até água de chuva. Esta busca por fontes alternativas é totalmente dispensável, visto que a água da torneira costuma apresentar variáveis como pH e dureza, em níveis bastante próximos dos desejáveis para a aquariofilia. A presença de cloro na água de torneira é facilmente contornável, de forma econômica e eficiente, com aplicação de inativadores de cloro. Já as águas de poço ou mineral, por exemplo, costumam apresentar as mesmas variáveis citadas, em níveis bastante distantes dos esperados para o uso em aquários. A correção destas variáveis torna-se muito mais trabalhosa e onerosa em comparação à eliminação do cloro em água de torneira. Antes de utilizar a água de torneira, deve-se testá-la para confirmar a presença de cloro. Para esta verificação, utiliza-se um teste de cloro, que indica a presença ou não de cloro na água. Caso o teste indique a presença de cloro, este pode ser eliminado de forma fácil e eficiente com a aplicação de um desclorificante. Logo após a montagem ou troca parcial de água do aquário, é comum a água apresentar-se turva, pela movimentação das pequenas partículas presentes no substrato ou mesmo pelo fato da água de abastecimento não estar chegando às residências devidamente transparente. Mas em pouco tempo estes resíduos em suspensão deixam a água novamente cristalina e daí é só curtir, se precisar a Multiflora Fernandopolis, tem vários tipos de testes, acessórios, aquários em vários tamanhos e modelos. Acesse multifloranet.com.br

Curiosidades - Flor-de-lotus - Multiflora Fernandopolis

11:42 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis



Flor de Lótus inspira superfície autolimpante. Reverenciada por vários povos, a flor sagrada dos hindus – a flor-de-lotus - ao que tudo indica, deve acrescentar mais algumas qualidades à sua lista de virtudes. Imagine uma cidade onde a sujeira e a poluição escorressem como água das paredes dos edifícios, da pintura dos carros, dos móveis, etc... Pois é o que promete uma tecnologia baseada na microestrutura da flor-de-lótus, que se mantém sempre limpa, apesar de nascer no meio de pântanos.
Desenvolvida pelo botânico alemão Wilhelm Barthlott, da Universidade de Bonn, a tecnologia está sendo utilizada em vários produtos. O primeiro é uma tinta, batizada de Lotusan e fabricada pela alemã Ispo. Quando aplicada nas paredes externas de edifícios, a tinta repete a estrutura da superfície das pétalas e se torna, surpreendentemente, autolimpante. Ao contrário do que se costuma imaginar - que as superfícies lisas são as mais limpas -, a flor-de-lótus é coberta por milhares de poros microscópicos. É exatamente essa porosidade que impede que a sujeira se acumule, sendo facilmente carregada pela chuva. Surpreendente também é que nem mesmo a água adere à superfície. Os pingos unem-se e rolam como mercúrio de um termômetro quebrado. E quando rolam pela parede, carregam a sujeira. Outra empresa alemã, a Erlus, começa a produzir em escala comercial, no segundo semestre de 2000, outro produto com a mesma tecnologia. Desta vez é uma telha, a Lótus-Rot. Como na caso da tinta, o efeito lótus é reproduzido na superfície da telha, que também é auto-limpante e repele a água. A gama de aplicações potenciais da tecnologia baseada na flor-de-lótus parece ser infinita. Instrumentos médicos ou talheres, que estão sempre limpos, móveis externos que não sujam com a poluição, um verniz autolimpante para automóveis... enfim, são os mistérios da natureza desvendados e tranformados em produtos de consumo, não é incrível como as flores e plantas participam de nosso dia a dia? Na Multiflora Fernandopolis você encontra ampla variedade de flores e plantas, venha nos visitar e surpreenda-se ou acesse multifloranet.com.br

O Misterio das Hortencias Foi Desvendado

11:05 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis


Muitas pessoas reclamam que adquirem mudas de hortênsia (Hidrangea macrophilla) de determinada cor e, com o passar do tempo elas mudam de cor: de azuis, as flores se tornam cor-de-rosa ou vice-versa. Por que isso acontece?
Na verdade, o índice de acidez e alcalinidade do solo pode realmente alterar a coloração dessas flores. O mistério funciona mais ou menos assim: em solos ácidos, ou seja, com pH abaixo de 6,5, surgem flores azuis; já em solos alcalinos, com pH acima de 7,5, surgem flores rosadas e até brancas. Podemos alterar o grau de acidez ou alcalinidade do solo, para determinar a cor das hortênsias. Para obter flores azuis, por exemplo, recomenda-se regar o canteiro duas vezes por ano com a seguinte mistura: 20g de sulfato de alumínio (pode ser substituído por pedra ume) diluído em 10 litros de água. Para obter hortênsias cor-de-rosa, faça primeiro uma poda na planta, para ajudar a eliminar parte do alumínio contido nas folhas. Depois, transplante-a para um novo canteiro, já preparado com 300g de calcário dolomítico por m2 .
Existe também a velha “receita da vovó” para intensificar o tom azul-violeta das hortênsias: colocar de molho em água alguns pedaços de palha de aço usadas e depois aplicar a “água enferrujada” nas regas semanais das hortênsias, alternando com outras regas normais. Na Multiflora Fernandópolis você encontra a Hortência e varias outras plantas e flores ornamentais para deixar seu lar ainda mais belo e aconchegante, visite-nos
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Foto: Google Imagens

TRANFORME O MUNDO - MULTIFLORA FERNANDOPOLIS

11:02 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis

AS VEZES NÓS QUE COMPLICAMOS O MUNDO. TRAGA MAIS FELICIDADE PARA SEU DIA A DIA. http://www.multifloranet.com.br/

VASOS - OS MELHORES AMIGOS DAS PLANTAS - MULTIFLORA FERNANDOPOLIS

10:59 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis


O QUE SERIA DAS PLANTAS SEM OS VASOS?
Dica: Plantio de Frutífera em Vasos
Antes de iniciar o processo, o vaso seja ele de ceramica ou concreto, deve ser impermeabilizado antes do plantio, para evitar que a água que deveria irrigar a muda, ficará retina na peça.
1º coloque uma camada de dois dedos de brita ou o suficiente para cobrir o fundo do vaso, para auxiliar na drenagem e evitar a saída da terra pelos furos. 2º Adicione areia na mesma quantidade, que também contribuirá com o escoamento da água excedente, impedindo o apodrecimento das raízes. 3º Deposite uma camada de terra vegetal de cerca de 5cm e acrescente a ela o fertilizante químico NPK 4-14-8 (a Multiflora Fernandopolis tem para vender), na quantidade indicada pelo fabricante. 4º A seguir, usando uma pá, misture muito bem a terra vegetal e o fertilizante. Essa formulação de adubo contribui para a frutificação da árvore. 5º Com o canivete, corte o revestimento plástico que envolve o torrão da muda e retire-o, mas mantenha a terra ao redor das raízes. 6º Se a muda tiver raízes enoveladas (com crescimento para cima) corte o torrão a 2cm da base, como se fosse um disco, para voltarem a crescer no sentido correto. 7º Disponha a planta no vaso e distribua mais terra vegetal preenchendo todos os espaços. Deixe a árvore bem firme e encha até próximo da borda. 8º Regue até a água sair pelos furos na base do vaso. Se necessário adicione mais terra vegetal, pois a irrigação faz o substrato assentar. 9º Para manter a umidade e evitar a proliferação de ervas daninhas, coloque uma fina camada de casca de pinus até atingir a borda. 10º Se a planta apresentar ramos abaixo do ponto da junção do tronco com os caules principais da parte aérea, elimine-os usando uma tessoura de poda. A Multiflora Fernandopolis, fornece todos os produtos aqui específicados. multifloranet.com.br

Fotos da Natureza

10:10 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis






Fotos Multiflora Fernandopolis - multifloranet.com.br

Flores e seu Signo - Multiflora Fernandopolis

10:09 Posted by Floricultura Multiflora Fernandopolis


FLORES E SEU SIGNO

Você sabia que para cada signo existe uma flor? Pois bem abaixo listei os signos e suas flores correspondentes, com isso você poderá cultivar em sua casa a planta mais indicada para seu signo e na hora de presentear alguém com flores, dê a mais indicada, com certeza a pessoa presenteada, ao saber disso ficará ainda mais feliz com seu presente.

Áries - 21 de março a 20 de abril: Mini-rosa, Gérbera, Antúrio
Touro - 21 de abril a 21 de maio: Flor-de-maio, Orquídea Cymbidium, Rosa
Gêmeos - 22 de maio a 20 de junho: Margarida, Crisântemo, Tulipa
Câncer - 21 de junho a 21 de julho: Violeta, Junquilho, Flores miúdas, Íris
Leão - 22 de julho a 22 de agosto: Girassol, Boca-de-leão
Virgem - 23 de agosto a 22 de setembro: Flores-do-campo, Árvore da felicidade
Libra - 23 de setembro a 22 de outubro: Lisianto, Rosa, Dália
Escorpião - 23 de outubro a 21 de novembro: Amarílis, Bromélia, Gladíolo
Sagitário - 22 de novembro a 21 de dezembro: Agapanthus, Hortênsia, Orquídea, Chuva-de-ouro
Capricórnio - 22 de dezembro a 21 de janeiro: Orquídea Phalaenópsis, Lírio, Helicônia
Aquário - 21 de janeiro a 19 de fevereiro: Cacto, Estrelícia, Copo de leite
Peixes - 20 de fevereiro a 20 de março: Orquídea Denfalen, Begônia, Angélica
A Multiflora Fernandopolis tem todas estas flores e plantas e uma infinidade de produtos e serviços para seu jardim. Acesse multifloranet.com.br

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